Multiterapia Anna Lou Olivier (Lou de Olivier)

Técnica Terapêutica registrada sob nº 5.260.568/10CDT/SP/Brasil

Autismo: Definição e tratamento

Como o tema é complexo, vamos resumir e analisar por partes.

Como funciona o cérebro do autista:
Para entender como funciona o cérebro do Autista é necessário, antes, saber como funciona o cérebro considerado normal. Não me aprofundarei nisso, procurarei apenas dar uma noção de como isso ocorre.
 
Estímulos chegam ao cérebro através de todas as vias sensitivas: visão, audição, olfato, paladar e tato (cinco sentidos). E atualmente já se considera uma área do equilíbrio como um possível sexto sentido.Muito longe de ser o esotérico sexto sentido, este localiza-se numa parte do cérebro próxima ao canal que leva o som para reconhecimento do cérebro, digamos assim. O ouvido interno/labirinto é formado por dois sistemas, o coclear (órgão sensorial responsável pela decodificação dos  Sons) e o vestibular (são canais semicirculares sáculo e utrículo que informam o Sistema Nervoso Central sobre a posição e movimentos da cabeça). 

Na visão, a retina, localizada na parte posterior do olho, codifica a luz (estímulos luminosos). As mensagens visuais passam pelo nervo ótico e chegam ao cérebro de forma bastante  detalhada  (intensidade da luz, cores, tamanhos etc.). Estas informações são processadas e terminam na área visual do córtex occipital onde ocorre a  percepção.

Na audição, o som é captado pelo ouvido externo, amplificado pelo ouvido médio e transmitido ao ouvido interno onde a cóclea transforma a vibração sonora em mensagem nervosa. Grupos de neurônios especializados (núcleos), descodificam a vibração levando-a como uma mensagem conduzida até chegar ao córtex auditivo. Ao chegar a mensagem é tão fiel quanto possível do estímulo original, porém deve-se entender que percorreu um caminho para chegar ao ponto de entendimento.

O resumo disso é que, no cérebro, diferentes centros analisam os estímulos e as mensagens e os decodificam produzindo a percepção no nível do córtex.

No autismo isso não ocorre ou, se ocorre, é de forma desordenada ou não convencional. 

A Multiterapia dispõe de técnicas que suprem esta deficiência na recepção dos estímulos. Em muitos casos, consegue penetrar no mundo do autista, despertando sensibilidade, criatividade e maior percepção do mundo externo.

Utiliza a Musicoterapia (aliada à terapia diversificada), de forma continua e original, não da forma distorcida que é oferecida hoje com a Musica sendo usada COMO TERAPIA, na Multiterapia a técnica é usada da forma original  com sons e ritmos específicos que se adéquam a cada cérebro e estimulam o aprendizado e o despertar.
Arteterapia também é utilizada de forma aprofundada e completa (biodança, psicodrama, técnicas teatrais, desenho), além de formas diferenciadas de respiração, relaxamento, estímulos de memória e sensações, entre outros recursos.

Diante do tratamento com a Multiterapia existem basicamente dois resultados: 

Casos muito graves são amenizados de forma mais rápida e eficiente do que os tratamentos utilizados na atualidade;

Casos mais leves são resolvidos, geralmente com resultados muito positivos, especialmente no estímulo da fala, audição e no desenvolvimento de criatividades artística.

Terminando, a Multiterapia traz a proposta do UR para os autistas.

Antes... aUtista após a Multiterapia pode tornar-se aRtista.   Informe-se sobre palestras e/ou atendimento,
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    Multiterapia busca tratar não só o Autismo mas a Hiperlexia que, em alguns casos, é própria do Autismo e também tratar os casos em que o retardo mental impede a aprendizagem. Os casos mais leves costumam ter
respostas bem rápidas. Casos muito graves podem não ter uma resposta rápida mas, ainda que a longo prazo, mostram melhoras. 

Quem quer se aprofundar no tema autismo, pode ler dois dos meus livros que discorrem sobre este e outros distúrbios. São eles: “Distúrbios de Aprendizagem e de Comportamento” (aborda Autismo e Asperger) e “Transtornos de Comportamento e Distúrbios de Aprendizagem” (aborda Limitrofia/Bordeline).




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E ATENÇÃO:

A Multiterapia não pretende nem aconselha interrupção ou negação do uso de medicamentos. Inclusive, em casos muito graves, que exigem uso de medicação, a Multiterapia pode e deve ser associada ao tratamento neurológico/psiquiátrico.


Multiterapia e Autismo

Neste vídeo,Lou de Olivier aborda de forma simples e sucinta como funciona o cérebro humano considerado normal, o considerado autista e como a Multiterapia pode ser aliada ao tratamento do autismo